Depois de angariar um e-mail de um potencial cliente, convêm saber o que fazer com essa lead. Um dos segredos do marketing digital é dar conteúdo de angariação e ter a capacidade de alimentar com mais conteúdo e produtos de venda esse potencial cliente. Entender como alimentar uma lista de pessoas que se cadastraram e estão interessadas naquilo que vendemos é o primeiro passo para se consolidar vendas. E aqui convêm distinguir entre campanhas autoresponder e campanhas de broadcast.

Campanhas Autoresponder

Vamos imaginar que o consumidor está interessado no nosso produto e cadastra o seu e-mail com a oferta de um pdf de qualidade. O próximo passo é organizar uma série de e-mails para este potencial cliente de maneira a que ele se interesse ainda mais pelo produto ou serviço e que, eventualmente, o compre.

Uma boa campanha autoresponder deve organizar e-mails de maneira a:

(1) entender qual a dor do cliente e porque ele estaria interessado em comprar um produto;

(2) para além de compreender a dor, tem que dar algum tipo de solução na forma do produto;

(3) tem também de consolidar essa oferta com provas de que aquilo que está a oferecer realmente dá resultado;

(4) tem que ter testemunhos de terceiros

(5) tem que chamar para a ação

(6) e tem que dar uma garantia

Cada produto vendido deve ter a sua própria série autoresponder. Na construção da sequência autoresponder está o segredo para consolidar vendas.

Campanhas de Broadcast

Um dos mais importantes sentimentos desejados pelo consumidor antes de comprar um produto é o sentimento de aproximação com quem está a vender o produto. Para consolidar esta importante dimensão temos que desenvolver campanhas de broadcast.

(1) fazer uma video-aula sobre o assunto

(2) enviar posts de blog

Segmentar Listas de E-mails

Uma vez entendido que temos dois tipos de campanhas de e-mail marketing: a autorespoder e a de broadcast, convèm, na hora de segmentar o nosso e-mail marketing, de desenvolver pelo menos três listas.

(1) quem fez o download do nosso conteúdo de qualidade – campanha autoresponder

(2) de todos os clientes – campanhas broadcast

(3) os que não têm participado na conversão – campanhas de desconto (de que falaremos numa outra altura).

Conclusão

Alimentar uma lista de e-mails deve ser semelhante a alimentar a mente de um consumidor. Inicialmente procura uma solução para o seu problema – e temos que provar que conhecemos qual o problema é e como a nossa solução o ajuda. Depois procura por provas de que aquilo que lhe damos dá resultado. Estas duas características são cobertas por campanhas autoresponder e de promoção. O que falta aqui é a dimensão de bonding e personalização para com quem vende o produto – as campanhas de broadcast visam responder a esta dimensão. A segmentação das nossas listas deve ser feita de maneira a podermos dar resposta a estas exigências do consumidor.